Vanity Brasil afirma que Katy Perry e Beyoncé serão as atrações principais do “Todo Mundo no Rio”

Imagem com possíveis anúncios de música e festivais: texto destacado cita Katy Perry como atração principal de Todo Mundo no Rio 2027 e Beyoncé encerrando a primeira temporada do festival em 2028.
Katy Perry seria a grande atração do Todo Mundo no Rio 2027; Beyoncé fecha a 1ª temporada em 2028

O projeto “Todo Mundo no Rio”, evento anual e gratuito realizado na Praia de Copacabana, continua sendo uma das maiores vitrines de entretenimento e turismo do mundo. Após receber apresentações históricas de Lady Gaga (2025) e Shakira (2026) — além do marco anterior de Madonna (2024) —, as edições futuras já estão no centro de grandes especulações.

Show de Lady Gaga no “Todo Mundo No Rio 2025”

De acordo com apurações e especulações trazidas pela imprensa especializada (como a Vanity Brasil e portais de cultura pop), Katy Perry surge como a grande cotada para comandar o megashow de maio de 2027. Já para 2028, os rumores apontam que Beyoncé estaria sendo sondada para encerrar a primeira grande temporada de contrato do festival na orla carioca. A TV Globo, inclusive, acenou para as negociações durante seu evento de mercado (Upfront), atiçando os fãs ao redor do país.

Retorno milionário para a economia e o turismo

Longe de ser apenas um espetáculo musical, o “Todo Mundo no Rio” consolidou-se como um motor econômico para o estado e para a capital fluminense:

  • Injeção de capital: O último show na orla, comandado por Shakira, movimentou cerca de R$ 800 milhões na economia local, impactando diretamente o setor hoteleiro (com ocupação próxima de 100%), bares, restaurantes, comércio ambulante e transporte público.
  • Visibilidade global: A transmissão internacional e o fluxo de milhões de turistas de outros estados e países recolocam o Rio de Janeiro no centro do circuito de grandes eventos globais.

Polêmica política: A discussão sobre a verba da cultura

Apesar do impacto econômico positivo, o evento é alvo constante de debates políticos. Opositores e parlamentares chegaram a defender publicamente o cancelamento do projeto sob a justificativa de cancelar os repasses públicos e reverter a verba para áreas prioritárias, como saúde e infraestrutura.

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No entanto, especialistas jurídicos e defensores da pasta ressaltam a inviabilidade da proposta:

  1. Vinculação orçamentária e desvio de finalidade: Os recursos destinados ao evento vêm de fundos e orçamentos carimbados para a Cultura e Turismo, além de patrocínios da iniciativa privada. Transferir arbitrariamente verbas jurídicas aprovadas para o fomento cultural para outras pastas (como Saúde ou Obras) configuraria desvio de verba/finalidade, além de descumprir leis de incentivo e diretrizes orçamentárias.
  2. Retorno sobre o investimento (ROI): Defensores da medida lembram que o investimento público no evento retorna multiplicado em arrecadação de impostos (como ISS e ICMS) decorrentes do turismo e consumo na cidade, gerando indiretamente mais recursos para os cofres públicos.

As tratativas para as edições de 2027 e 2028 seguem em andamento entre a Prefeitura do Rio, organizadores e patrocinadores privados.