Após a repercussão negativa em torno do comercial de Sydney Sweeney para a marca American Eagle, que trouxe um trocadilho controverso com a palavra genes/jeans, e das primeiras críticas ao longa “Americana”, a cantora e atriz Halsey decidiu se manifestar no X (antigo Twitter).
Em uma série de posts — já deletados —, Halsey afirmou que sua indignação não é com o impacto que a polêmica pode ter sobre o filme, mas sim com a forma como a mídia estaria usando piadas com jeans para atacar o diretor Tony Tost e prejudicar a imagem de um projeto independente.
“Tenho problema com veículos transformando isso em oportunidade de gerar clickbait para desacreditar o diretor e o filme. Se querem debater propaganda midiática de forma séria, ótimo. Mas usar piadinhas com jeans para baratear um longa independente é exatamente o que eu chamei: barato e trivial”, escreveu em um dos posts.
Halsey também destacou que outros envolvidos em “Americana” não são celebridades e estariam sendo expostos injustamente:
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“Não estou chateada pelo filme estar sendo prejudicado com o timing. Estou chateada porque pessoas não famosas que trabalharam nele estão sendo atacadas pela mídia.”
Os tweets, que terminaram com a cantora dizendo que iria “dormir para sempre” — frase que logo depois ela esclareceu se referir apenas ao jet lag — reacenderam a sensação de 2015 entre fãs, quando Halsey costumava ser mais ativa e espontânea nas redes sociais.
O filme
Gravado em 2022, “Americana” é dirigido por Tony Tost e traz Halsey e Sydney Sweeney nos papéis principais. A trama gira em torno da busca por uma rara camisa cerimonial da tribo Lakota, explorando temas de identidade cultural, exploração e redenção.
A polêmica
O comercial de Sydney Sweeney para a American Eagle viralizou negativamente ao dizer:
“Genes são passados dos pais para os filhos, determinando traços como cor dos olhos, personalidade e até cor do cabelo. Meus jeans são azuis.”
O trocadilho foi considerado de mau gosto, e nas redes sociais houve quem interpretasse o texto como uma insinuação de supremacia branca. A situação ganhou ainda mais força depois que veio à tona o fato de que Sydney é uma republicana registrada na Flórida, aumentando as críticas sobre seu envolvimento com o projeto.