Diretamente do ChatGPT, Rafa Justus compartilha frase reflexiva sobre feminismo

Imagem de Rafa Justus em tom neutro, sugerindo uma captura de tela de perfil com uma citação sobre feminismo e escolhas, sem detalhes adicionais.
Rafa Justus usa ChatGPT para frase política sobre feminismo e escolhas

Parece que a barra de pesquisa da inteligência artificial andou bem movimentada. A influenciadora digital Rafaella Justus virou assunto nas redes sociais ao publicar uma reflexão em seu perfil oficial. A jovem compartilhou uma citação direta sobre a definição de feminismo e a liberdade de escolhas das mulheres:

“Feminismo não é ensinar a mulher a deixar de ser conservadora, é garantir que ser conservadora seja uma escolha e não a única vida permitida a ela.”

A publicação — que rapidamente gerou comentários irônicos de internautas apontando que a frase parecia ter saído de um prompt pronto do ChatGPT — acabou jogando mais lenha na fogaira de uma polêmica que já vinha arrastando o nome da jovem nos últimos dias.

Do look da votação ao “curtir” polêmico: a briga política nas redes

A tempestade na conta da jovem começou logo após ela votar pela primeira vez. Ao publicar uma foto usando uma regata com a bandeira do Brasil no dia do pleito, Rafaella virou alvo de especulações e ataques de internautas que deduziram seu posicionamento político.

A situação esquentou de vez quando a influenciadora curtiu uma publicação que justificava o voto da oposição:

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“Votar contra o Lula não significa gostar de Flávio ou Bolsonaro, votar contra o Lula significa não querer que o feminicídio seja aumentado, não querer que nossa vegetação continue sendo queimada”.

Diante da onda de hostilidades — que incluiu exposições de mensagens diretas contendo ataques pesados à sua aparência —, a jovem gravou um vídeo desabafo rebatendo as acusações e a criação de narrativas em cima de suas redes:

“A partir de uma regata decidiram o meu posicionamento político, em quem eu voto, no que eu acredito, sendo que eu nunca me posicionei publicamente sobre política. Criaram uma narrativa inteira sobre mim e depois usaram ela como justificativa para me atacar. Eu sou brasileira e usar bandeira do meu país não deveria exigir explicação. E mesmo se eu pensasse diferente de você politicamente, isso nunca justificaria desrespeito. Discordância é uma coisa e ódio gratuito é outra”, declarou Rafaella em publicação que recebeu o apoio e a curtida da atriz Larissa Manoela.

Com a nova postagem “conceitual” sobre o conservadorismo e o feminismo, a web se dividiu novamente entre os que enxergam uma tentativa de se defender dos ataques e os que ironizam o uso de frases prontas no meio do furacão.