Logo EPOP fundo transparente

Ginecologista recomenda dicas para saúde íntima no verão

Ginecologista recomenda dicas para saúde íntima no verão

Com o verão e as altas temperaturas, muitas pessoas aproveitam a temporada se refrescando em praias e piscinas – o que pode acarretar na necessidade de cuidados extras. Isso porque, segundo especialistas, o contato da pele da vulva com a areia da praia ou com o cloro da piscina, por exemplo, pode provocar irritações, reações alérgicas e até infecções locais. Além disso, a combinação das altas temperaturas com a baixa umidade relativa do ar é o cenário perfeito para a proliferação de bactérias e fungos na região genital feminina.  

Por isso, de acordo com a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de SP (SOGESP), algumas doenças que causam bastante desconforto aparecem com mais frequência nesta época do ano como a candidíase vulvovaginal, a vaginose bacteriana e as infecções do trato urinário.  

Assim, a ginecologista Anna Gueldini (CRM-SP 101372) compartilha alguns cuidados específicos para esta época do ano, dentro ou fora de casa. “A higiene íntima feminina, ou seja, o conjunto de ações relacionadas à higiene genital feminina, quando feita de forma impensada, especialmente durante viagens longas, pode gerar sintomas que simulam infecções vaginais, resultando em uso desnecessário de antibiótico ou antifúngico. Por outro lado, quando realizada da forma apropriada, pode sanar e prevenir muitos problemas”, explica. A seguir, as dicas para manter o bem-estar íntimo e curtir o verão sem complicações: 

  1. Higiene íntima: é importante realizar a higiene íntima com maior frequência com produtos desenvolvidos especificamente para esta finalidade, dando preferência para a água corrente e produtos com pH ácido, detergência suave, livre de parabenos, livre de sulfatos e livre de silicone;
  2. Fora de casa: na impossibilidade de lavar a região íntima com água corrente quando estiver fora de casa, o ideal é usar uma água íntima específica para promover higiene sem necessidade de enxague ou fricção;
  3. Nunca fazer duchas intravaginais: este hábito pode desequilibrar o pH e promover corrimentos e infecções. A limpeza deve se concentrar na área externa da vulva, sem ser direcionada para o canal vaginal;
  4.  Tirar a roupa molhada e cuidado ao se depilar: ao sair da água, é necessário trocar a roupa de banho por roupas secas e evitar permanecer por longos períodos com biquínis ou maiôs molhados. Além disso, é importante não se depilar no mesmo dia em que vai à praia ou piscina, já que a depilação pode causar fissuras e micro lesões na pele da vulva, que ficará desprotegida e mais exposta à contaminação e agentes irritativos;
  5. Evitar roupas justas e sintéticas nos dias mais quentes e manter a hidratação em dia: para zelar pelo bem-estar íntimo, é importante dar preferência a roupas íntimas de algodão ou fibras naturais e consumir mais água, além de urinar com maior frequência, lembrando de esvaziar a bexiga por completo a cada micção;
  6. Manter a saúde íntima e sexual em dia: na presença de qualquer tipo de sintoma, é imprescindível consultar um ginecologista.

Nesse sentido, o mercado de saúde íntima nacional vem se expandindo e apresenta marcas com soluções para diversas situações cotidianas enfrentadas pela maioria das mulheres – de hidratantes vaginais e espumas e águas íntimas a calcinhas absorventes. Dentre elas, estão a NUAÁ, especialista em cuidados íntimos; a cosmética de produtos em barra B.O.B; e a Pantys, responsável por linhas de calcinhas, shorts, sutiãs, maiôs e biquínis absorventes. 

“Nós surgimos com o objetivo de revolucionar o mercado de produtos femininos e suprir lacunas que percebíamos no mercado até então, trazendo produtos que auxiliassem em nossas necessidades pessoais e de outras mulheres próximas a nós. Passamos dois anos focadas na criação dos nossos produtos, já surgindo com uma gama completa de produtos dentro do universo de cuidado íntimos”, explica a co-fundadora da NUAÁ, Fabiane Giralt. 

© 2024 EPOP copyright all right reserved.